quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Vacinação feminina

A vacinação feminina precisa de orientação porque existe uma para cada fase de sua vida: Antes da gravidez, durante e depois.
O ideal é que a mulher seja vacinada na adolescência para que ela chegue na idade adulta livre das doenças que podem se evitadas através das imunizações, mais ela pode ser vacinada em qualquer idade desde que tenha o acompanhamento de um profissional qualificado para isso.
São várias as doenças que podem ser evitadas com a imunização que é desde a Difteria, tétano, coqueluche, hepatite A,B, infecções pelo HPV, influenza(Gripe), varicela, sarampo, rubéola, caxumba, infecções pneumocócicas e meningocócicas do tipo C, febre amarela e raiva. Além destas tem outras que são indicadas para as pessoas que vão viajar para regiões em que há alta incidência de algumas doenças.
As vacinas de vírus atenuados são contra indicadas na gravidez: Tríplice viral(Contra sarampo, caxumba e rubéola); Varicela(Contra catapora); Febre amarela(exceto onde essa doença representar maior risco); A vacina do HPV.
Quando se está amamentando de modo geral a mulher pode se vacinar mais com uma exceção a vacina da febre amarela não pode ser administrada em mulheres com bebês menores de seis meses, pois, pode prejudicar a criança.

A mulher vacinada protegera mais o seu bebê porque transmitirá anticorpos para o feto até que ele complete um ano de vida. Até porque algumas doenças, contra as quais o bebê só fica protegido após os seis meses de idade, são transmitidas pelo adulto sem que ele saiba, como a gripe e a coqueluche.
       
Vacinas
Esquemas
Não gestante
Gestante
Puérpera
HPV
(3)
A vacina HPV deve ser indicada para a prevenção de infecções
por papilomavírus. Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: uma
contendo os tipos 6, 11, 16, 18 de HPV com esquemas de intervalos de 0-2-6 meses, indicada para meninas e mulheres de nove
a 26 anos de idade; outra, contendo os tipos 16 e 18 de HPV com
esquemas de intervalos de 0-1-6 meses, indicada para meninas e
mulheres de dez a 25 anos de idade.
SIM
Contraindicada
SIM
Tríplice viral
(sarampo,
caxumba
e rubéola) (1)
Uma ou duas doses (com intervalo mínimo de 30 dias) para mulheres com até 49 anos de idade, de acordo com histórico vacinal,
de forma que todas recebam no mínimo duas doses na vida.
Dose única para mulheres com mais de 49 anos de idade.
SIM
Contraindicada
SIM
Hepatites A, B ou A e B (2)
Hepatite A: duas doses, no esquema 0-6 meses.

Hepatite B: três doses, no esquema 0-1-6 meses.

Hepatite A e B: três doses, no esquema 0-1-6 meses. A vacinação combinada contra as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada contras as hepatites A e B.
SIM


SIM

SIM

A ser considerada  em situações de risco especiais.
Recomendada
A ser considerada
em situações de risco
especiais.
SIM


SIM

SIM
Vacinas
contra difteria,
tétano e
coqueluche (4)
Com esquema de vacinação básica completo:
reforço com dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto)
ou dT (dupla do tipo adulto).
Com esquema de vacinação básica incompleto (que tenha
recebido menos de três doses do componente tetânico
durante a vida): uma dose de dTpa, seguida por uma ou duas
doses de dT para completar o esquema 0-2-6 meses.
Durante a gestação(4): para a gestante, mesmo que esteja
com o esquema de vacinação contra o tétano em dia, mas que
tenha recebido a última dose há mais de cinco anos: uma dose
de dT (dupla bacteriana do tipo adulto).
SIM
dT ou dTpa
SIM
Varicela
(catapora) (1)
Duas doses com intervalo de dois meses entre elas.
SIM
Contraindicada
SIM
Influenza
(gripe) (5)
Dose única anual.
SIM
Recomendada
SIM
Febre
amarela (1, 6)
Uma dose (que deverá ser repetida de dez em dez anos), para
quem vive ou vai se deslocar para áreas endêmicas.
SIM
Em geral contraindicada.
Deve ser considerada em
situações em que o risco
da doença supere o risco
da vacina
SIM,
contraindicada
na lactação
Meningocócica
conjugada (7)
Uma dose, mesmo para aquelas vacinadas na infância ou há
mais de cinco anos.
SIM
A ser considerada
em situações de risco
especiais
SIM

sábado, 7 de setembro de 2013

Fertilização in vitro (FIV)

Tecnologia de reprodução assistida (TRA) é um grupo de tratamentos de fertilidade que envolve o espermatozoide e o óvulo. Fertilização in vitro (FIV) é o tipo mais comum de TRA. Na FIV, o óvulo é fertilizado fora do corpo da mulher e médicos o reimplantam no útero na esperança de uma gravidez bem sucedida. Outras formas de TRA são a injeção intracitoplásmica de espermatozoide (IICE), a transferência intrafalopiana de gameta (TIFG) e a transferência intrafalopiana do zigoto (TIFZ).
Tirando duvida:
Diferentes em tudo, em método, custo e taxa de sucesso.
A inseminação intra-uterina : Consiste em estimular a ovulação da mulher através de um tratamento hormonal e depois transferir o sêmen (líquido que contém os espermatozoides) previamente colhido e trabalhado em laboratório para a cavidade uterina no momento da ovulação, assim a fecundação ocorre espontaneamente dentro do organismo materno. É um método mais barato e tem um índice de gravidez de cerca de 15%.
A fertilização in vitro (conhecida como FIV): Induz uma produção múltipla de óvulos da mulher com altas doses de hormônios. Em seguida, os óvulos são colhidos em uma clínica (sob anestesia) antes da ovulação propriamente dita ocorrer e fertilizados em laboratório com os espermatozoides selecionados. Alguns dias depois é feita a transferência de embriões para a cavidade uterina. Este é um tratamento bem mais caro do que a inseminação, mas obtém taxas de sucesso em torno de 40%, dependendo da idade da mulher.
A fertilização in vitro (FIV) é indicada:
É indicada quando a causa da infertilidade está entre as seguintes: obstrução tubária bilateral, infertilidade sem causa aparente, fator masculino (alterações seminais moderadas a graves), falha nas tentativas de inseminação artificial anteriores, endometriose nos graus moderado ou severo, síndrome de ovários policísticos e idade avançada da mulher (acima de 37 anos).
Procedimento
Para a execução desta técnica exige-se uma prévia estimulação ovárica (ovariana) através de medicamentos adequados (gonadotrofinas, como é ocaso de LH e FSH) e acompanhamento médico regular (exames de ultrassom transvaginal e dosagens hormonais seriados), de forma a controlar os efeitos dessa estimulação e definir o melhor dia para a coleta dos ovócitos. Cerca de 34 - 36 horas antes dessa coleta (ou captação) é administrada uma injeção de gonadotrofina coriónica (um tipo de hormônio produzido pela placenta) que provoca a maturação oscitaria, vindo a permitir a sua captação por aspiração através de uma agulha especial. Essa captação é realizada com a ajuda do ultrassom transvaginal, que auxilia o médico a guiar a agulha em direção aos folículos ovarianos (pequenas bolhas de líquido situadas dentro de cada ovário e que contêm os ovócitos) durante o procedimento. Os ovócitos assim obtidos são encaminhados ao laboratório de embriologia, anexo à sala de coleta, onde serão classificados e ambientados em um meio de cultura especial, sob condições de temperatura e pressão constantes (estufas especiais). Depois de 2 a 4 horas de ambientação numa estufa especial, os oocistos estarão prontos para a fertilização. Quanto aos espermatozoides, estes são obtidos após uma coleta de por masturbação assistida, sendo normalmente sujeitos a um tratamento prévio, em meio de cultura especial, para que sejam escolhidos os melhores em termos de motilidade e forma. Destes são selecionados cerca de 50 a 100 mil, com mobilidade progressiva rápida, para serem colocados ao redor de cada ovócito. Quando há problemas graves com a quantidade ou qualidade dos espermatozoides, e o número é insuficiente para a fertilização in vitro convencional, considera-se a alternativa da realização de uma micro injeção intracitoplasmática de espermatozoides.
Após cerca de 16-18 horas os ovócitos são observados para identificar o estado de fecundação e eventual progressão até pré-embriões de alguns deles. Já sabemos que após a fecundação (fertilização) forma-se o zigoto. A partir desse momento inicia-se a divisão celular para a formação do que denominamos pré-embrião. Assim, 24 horas (1 dia) depois da fertilização teremos pré-embriões com 2 células, após 48 horas (2 dias) teremos 4 células, após 72 horas (3 dias) teremos 8 células e assim por diante, numa divisão celular (clivagem) em progressão geométrica. A transferência desses pré-embriões para a cavidade uterina é então efetuada através de um fino tubo de plástico especial (cateter), após 2 a 5 dias da coleta dos oocistos. Normalmente transferimos 2 a 3 pré-embriões para a cavidade uterina. Entretanto, esse fato depende da idade da mulher e da qualidade dos pré-embriões. Assim, cerca de 10 a 12 dias após a transferência, fazemos o exame de sangue (dosagem de beta-hCG) na mulher, para identificarmos se a gravidez está presente.
Com a chegada da revolucionária fertilização in vitro dos anos 80, a inseminação artificial foi abandonada e considerada ultrapassada, sendo retomada apenas recentemente.
Variação de fertilização in vitro
Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides (ICSI)
É uma técnica de alta complexidade em reprodução assistida.
permite o tratamento de casos masculinos graves, com contagens seminais muito baixas e até de homens azoospérmicos (em cujo espermograma não se encontram espermatozoides, é um diferencial positivo do tratamento por ICSI está no uso de um moderno equipamento de microscopia com micro manipulador acoplado.
A tecnologia faz com que para cada óvulo obtido da mulher seja preciso apenas um espermatozoide do parceiro.
OBS:
Já se pesquisa um método pra baratear a fertilização in vitro.
É feita uma triagem de embriões durante o processo, médicos  escolhem um embrião com a melhor chance de sucesso. Apenas uma em cada três tentativas de fertilização in vitro resulta em um bebê, já que anormalidades no DNA de um embrião são comuns. Se houver anormalidades com os cromossomos, as sequências de DNA, no embrião, ele não vai conseguir se implantar no útero, e se ele conseguir, o feto não vai se desenvolver.

O novo teste tira proveito dos avanços feitos no sequenciamento do genoma humano. Em 24 horas o teste pode garantir que o número correto de cromossomos está presente.

sábado, 10 de agosto de 2013

Gravidez


Engravidar antes do período fértil a probabilidade de nascer menina é maior, porém, isso não é uma garantia.
O espermatozoide com cromosso X(que define o sexo feminino)é mais lento e mais resistente do que o Y(que define o sexo masculino).logo, se você transar antes do período fértil o espermatozoide Y morre antes da fecundação (porque é menos resistente)e o X resistirá. Se você transar durante o período fértil, o Y chegará mais rápido ao óvulo. logo ,a chance de nascer menino será maior.
OBS: Gravidez é coisa séria e tem que ter responsabilidade com o novo ser humano que virá e precisará de todo seu carinho e atenção.


Seios invertidos


Mamilo invertido
O mamilo invertido é bem comum.
É necessário que um médico verifique as reais causas dessa inversão e identifique o melhor tratamento para o seu caso.
Possíveis motivos: Podem ser desde uma tração, ou seja, encurtamento de um ou mais ductos(tecidos da mama),questão genética ou  até  ao reflexo de algum trauma a infância, que pode ter lesado esse tecido e provocado a retração.
O tratamento pode incluir desde os exercícios no mamilo até a correção cirúrgica.
Possíveis incômodos:
De acordo com o  tamanho do bico, o grau de dificuldade na hora da amamentação é maior e o médico deve ajudar a futura mamãe a superar este obstáculo e jamais fazê-la desistir da amamentação, que é extremamente importante tanto para o bebê quanto para a mulher.
 Obs: É preciso que um médico mastologista a avalie seu caso para indicar o melhor tratamento que o mesmo é muito individual, dependendo do caso de cada pessoas mais é dever do obstetra examinar a gestante se for o caso e orientá-la de acordo com o tipo de encurtamento dos mamilos.
Site que fala mais sobre o assunto:

sábado, 3 de agosto de 2013

Drogas:destroem lares

Me usa como se fosse as suas drogas, usa e abusa a hora que quer. Esquece que sou um ser humano, me manipula com palavras e atitudes que se contradizem a todo instante.

Me tranca dentro de casa, me faz sua escrava e porque não deixa eu ir contigo pra balada, jogo de futebol  e até mesmo sair com as amigas, ou quem sabe sozinha, pensando bem sozinha  já estou, sou viúva de corpo presente, pois lhe perdi  no dia em que conheceu as drogas e fez de nossas vidas a semelhança.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Cora Carolina

Pessoa simples.
Cora Carolina é o pseudônimo da poetisa Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas.
Nasceu em Vila Boa de Goiás, em 1889;
Aos 14 anos escreveu seus primeiros poemas, apesar de ter cursado apenas até a terceira  série do Ensino Fundamental;
Casou-se, teve filhos.
Aprendeu a fazer doces cristalizados para poder sustentar os quatro filhos;
Aos 70 anos de idade aprendeu a datilografar;
Aos 75 anos publicou seu primeiro livro: “Poemas de Becos de Goiás e Estórias mais”(Global editora).
Em 1934 ficou viúva do advogado Paulista Cantídio bretas.
Ela considerava melhor doceira do que poetiza mais estava enganada porque escrevia tão bem quanto cozinhava;
Em 1983 Com o livro Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha, ganhou o prêmio Juca Pato de literatura e foi a primeira mulher a conseguir isso.
Em 1985 morreu mais teve ainda em vida o reconhecimento por suas obras, mesmo depois de completar 90 anos sua memória e imaginação permanecia perfeitas e participou de palestras.


Zélia Gattai

Zélia Gattai (1916-2008)
Nasceu em São Paulo, no dia 2 de julho de 1916;
Filha de Ernesto Gattai e Angelina, imigrantes italianos. Passou sua infância e adolescência, no bairro de Paraíso. Participava, junto com a família, do movimento político-operário, organizado por imigrantes operários, italianos, espanhóis e portugueses, que reivindicavam melhorias no trabalho.
Casou-se aos dezenove anos com  o intelectual e militante do Partido Comunista, Aldo Veiga em 1936.
Em 1942, nasceu, o primeiro filho Luís Carlos.
Em 1945, envolvida em grupos políticos, passa a trabalhar no movimento pela anistia dos presos políticos.
Conheceu seu segundo marido o escritor Jorge Amado, durante o Primeiro Congresso de Escritores Brasileiros Em são Paulo;
Em 1945 mudam-se para o Rio de Janeiro e foi quando Jorge Amado foi eleito para a Câmara Federal.
Em 25 de novembro de 1947, nasce seu segundo filho, João Jorge.
Em 1948, os parlamentares eleitos pelo PCB foram cassados e o partido considerado ilegal.
Em 1951 na Tchecoslováquia, nasce seu terceiro filho Paloma.
No dia 12 de maio de 1976, depois de 33 anos de vidas em comum, eles resolvem oficializar o casamento.
Em 1979, Zélia Gattai estreia na literatura com o livro de memórias "Anarquistas Graças a Deus". O livro foi traduzido para diversos países, sendo adaptado para o teatro e para uma minissérie de televisão.
Em 1982 um outro livro chamado: "Um chapéu para viagem" se tornou peça teatral;

No dia 17 de maio de 2008 Zélia Gattai morreu em Salvador, Bahia.